quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Rondó para o meu amor





Rondó para o meu amor


Amor que é pranto, paz e alegria
É riso, minha doce fantasia
Flor, rosa rubra e orvalhada
Esperando tuas mãos, carícias


Amor que é pranto, paz e alegria
É riso, minha doce fantasia
Sou falena ofuscando a lua
Em teus olhos, fêmea e magia


Amor que é pranto, paz e alegria
É riso, minha doce fantasia
dama da noite, a olorosa
Pétalas para ti somente!


Amor que é pranto, paz e alegria
É riso, minha doce fantasia
Sou rio num ansioso percurso
Verve de mar efervescente


Amor que é pranto, paz e alegria
É riso, minha doce fantasia
Amo-te és meu sol radiante
Perdi-me nessa louca utopia
Sou rosa rubra e orvalhada
Dama da noite, a olorosa
Em teus olhos, fêmea e magia!

Rondó para o meu amor





Rondó para o meu amor


Amor que é pranto, paz e alegria
É riso, minha doce fantasia
Flor, rosa rubra e orvalhada
Esperando tuas mãos, carícias


Amor que é pranto, paz e alegria
É riso, minha doce fantasia
Sou falena ofuscando a lua
Em teus olhos, fêmea e magia


Amor que é pranto, paz e alegria
É riso, minha doce fantasia
dama da noite, a olorosa
Pétalas para ti somente!


Amor que é pranto, paz e alegria
É riso, minha doce fantasia
Sou rio num ansioso percurso
Verve de mar efervescente


Amor que é pranto, paz e alegria
É riso, minha doce fantasia
Amo-te és meu sol radiante
Perdi-me nessa louca utopia
Sou rosa rubra e orvalhada
Dama da noite, a olorosa
Em teus olhos, fêmea e magia!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Cordilheira




Cordilheira

Olhos de serpente, singular rutilo
Cabelo liso e preto até a cintura
Escondem os seios, dá-lhes asilo
Na boca dentes de extrema brancura

Como pode ser assim tão fria?
És como noite de inverno nos Andes
Onde a neve verte sobre a geografia
De teu corpo esguio em avalanches

Nuances de uma alma a ser revelada
Escuridão que traz a luz do encanto
Deste canto onde o condor faz revoadas

E eu que sou nada, detenho meu pranto
Pois chuva derrete a neve tão desejada
Apagando tua silhueta que amo tanto!

Um mimo recebido do Menestrel Miguel Rubio





ESTA IMENSIDÃO
ONDE GRAVITA O MEU CORPO,
DOS MARES E SERRAS;
CARREGA TAMBÉM,
DE CANALHAS E GUERRAS.
OLHANDO OS CAMPOS,
A BELEZA QUE ENCANTA
DA TRISTEZA EM TEUS RIOS
COM OS LEITOS VAZIOS
OS TEUS FILHOS; SEMEIAM...
SUGANDO DE TUAS VEIAS
A RIQUEZA DA VIDA!
COMO MÃE PROTETORA
GALANTE, SEDUTORA
COM A RESPOSTA – FLORIDA

SOBRE TUAS PLANICIES
EXISTE UMA MULTIDÃO,
CAMINHANDO SEM DIREÇÃO
HÁ MAIS DE UMA ERA;
POIS, NÓS SABEMOS QUE DE TI
DEUS NÃO SE FEZ DONO ...
NÃO FEZ CERCA NEM COLONO
MAS... HÁ UMA LONGA ESPERA ...






TANTAS PROMESSAS...
E NADA SE REALIZA ...
SÃO BANDEIRAS E DIVISAS
SEPARANDO – PAIS E IRMÃOS,
APENAS MEIA DÚZIA
SÃO DONOS DE TUDO
ME REVOLTO, FICO MUDO,

TEM JAGUNÇOS E CANHÕES.

“ TERRA – MINHA MÃE “
DESTE MUNDO ÉS A RIQUEZA!
CRIAÇÃO E NATUREZA ...
MINHA ORAÇÃO, MINHA PRECE ...
DEUS ME FAÇA UM FAVOR:
SE TEU FILHO VOLTAR DE NOVO,
PEÇA-LHE PARA DAR AO POVO
TERRA, QUE TODOS A MERECEM.

E QUANDO ASSIM, O FIZERES
NADA MAIS SERÁ DEVASTADO
ESTAREMOS SEMPRE AO TEU LADO
TODOS IRÃO TE AGRADECER...
COMO MÃE PROTETORA ...
OS PÁSSAROS, EM LINDA SINFONIA ...
... E OS RIOS, EM LÁGRIMAS DE ALEGRIA
TE REVERENCIARÃO NA MESMA RIMA




MIGUELZINHO DA VILA

Tania
com este poema, fica a minha homenagem a você,
pelo que representa em nossa terra como,
a grande poeta que lateja em teu peito.
beijão
Miguel Rubio

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Menestrel da Vila




Menestrel da Vila

Quando te vi meus olhos escuros
Mergulharam no azul de tua doce íris
Nadei em tua essência branco puro
Como o terno que vestias e por um triz...

Vi a menina que já fui, frágil e sensível
Lutando e crendo que seria mulher feliz
De certa maneira alcancei o impossível
Destino de pobre é lutar, vencer o perdiz

Vi a menina correndo contra o vento
Envelhecendo com o tempo a escrever
Palavras soltas de amor e sofrimento

Vi a menina a sorrir naquele momento
Na vida há coisas que não se pode prever
À Miguel Rubio o menestrel meu agradecimento!


Menestrel da Vila




Menestrel da Vila

Quando te vi meus olhos escuros
Mergulharam no azul de tua doce íris
Nadei em tua essência branco puro
Como o terno que vestias e por um triz...

Vi a menina que já fui, frágil e sensível
Lutando e crendo que seria mulher feliz
De certa maneira alcancei o impossível
Destino de pobre é lutar, vencer o perdiz

Vi a menina correndo contra o vento
Envelhecendo com o tempo a escrever
Palavras soltas de amor e sofrimento

Vi a menina a sorrir naquele momento
Na vida há coisas que não se pode prever
À Miguel Rubio o menestrel meu agradecimento!


Mãos que falam


Mãos para cima!
Não se trata de assalto,
Creio no mundo das idéias e acabei de
Ter uma que me fez baixá-las e cair na
Realidade abrupta de um mundo de
Desigualdades sociais.”

Mãos que falam


Mãos para cima!
Não se trata de assalto,
Creio no mundo das idéias e acabei de
Ter uma que me fez baixá-las e cair na
Realidade abrupta de um mundo de
Desigualdades sociais.”

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Assaz


 
Assaz

Noite calma brisa a acompanhar
Estrelas luzidias, olhos a esperar
Alguém que chegue para desnudar
As vontades, a verdade de amar

Transparência das nuvens tranqüilas
Brancas e virgens no céu a figurar
Minha camisola da mais fina chila
Leve como minha alma a tremular

E espero como se fora frágil mulher
Estampada inocência nas faces
Olhos negros de quem sabe embevecer

Anseios de um corpo assaz, vivace
Pensares que se sobrepõe ao querer
Na realidade, branca lua vorace!


Assaz


 
Assaz

Noite calma brisa a acompanhar
Estrelas luzidias, olhos a esperar
Alguém que chegue para desnudar
As vontades, a verdade de amar

Transparência das nuvens tranqüilas
Brancas e virgens no céu a figurar
Minha camisola da mais fina chila
Leve como minha alma a tremular

E espero como se fora frágil mulher
Estampada inocência nas faces
Olhos negros de quem sabe embevecer

Anseios de um corpo assaz, vivace
Pensares que se sobrepõe ao querer
Na realidade, branca lua vorace!


domingo, 15 de novembro de 2009

Passageiro


















Passageiro

E brotou a água
A lágrima

O orvalho
A semente...

Descrente
O ser vivente

Não viu a vida
Que passou

Cego de futilidades
De meias verdades
Ora lúcido,
Ora insanidade,

Foi enterrado
Ao meio dia
Do dia marcado

O nome estava no
Livro sagrado...
Mas ao diabo foi
Levado.

Passou e não viveu
Na guitarra um lamento
Jeff Beck
E um cigarro apagado!

Passageiro


















Passageiro

E brotou a água
A lágrima

O orvalho
A semente...

Descrente
O ser vivente

Não viu a vida
Que passou

Cego de futilidades
De meias verdades
Ora lúcido,
Ora insanidade,

Foi enterrado
Ao meio dia
Do dia marcado

O nome estava no
Livro sagrado...
Mas ao diabo foi
Levado.

Passou e não viveu
Na guitarra um lamento
Jeff Beck
E um cigarro apagado!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Sonhos






Há nos sonhos um desejo constante
Buscas em outros rostos meu sorriso
meus olhos jabuticabas contagiantes
Fantasias que o fazem perder o siso

Nos teus passos imprecisos, perdidos
Minha imagem é luz, é aurora virginal
Encanto de orvalho, corpo nu refletido
Espectral para tua íris e me vês angelical!

Por instantes tomo forma de mulher
Silhueta feminina que baixa lentamente
Aos teus pés uma dama ardente

Um tremor repentino e o emudecer
O dia vem surgindo tão indecente
Tu abraças o travesseiro violentamente!

Sonhos






Há nos sonhos um desejo constante
Buscas em outros rostos meu sorriso
meus olhos jabuticabas contagiantes
Fantasias que o fazem perder o siso

Nos teus passos imprecisos, perdidos
Minha imagem é luz, é aurora virginal
Encanto de orvalho, corpo nu refletido
Espectral para tua íris e me vês angelical!

Por instantes tomo forma de mulher
Silhueta feminina que baixa lentamente
Aos teus pés uma dama ardente

Um tremor repentino e o emudecer
O dia vem surgindo tão indecente
Tu abraças o travesseiro violentamente!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Um amor para ser vivido




Um amor para ser vivido






Não me venha falar das notícias
Elas reprimem os meus sentires
Meu café está na xícara sem pires
O povo espera ainda pelo Messias
A vida não nos dá toda garantia...
Guerras são forjadas na mente
Alguns homens são imprudentes
Episódio sempre atual, Hiroshima
Ser poeta é ser cônscio até na rima
Porém hoje fala de amor somente!




Venha-me com flores coloridas
Envoltas em poesia transcendental
Servem as artificiais, tola e banal
Do tipo I love you so much à brida
Na batida acelerada meio desmedida
Onde os olhos falam mais que a boca
Devorando até minha sombra e louca
Possa eu entregar esse corpo de mulher
O amor está preso...Abra-se o zíper...
Há um paraíso além, vem me toca!





Um amor para ser vivido




Um amor para ser vivido






Não me venha falar das notícias
Elas reprimem os meus sentires
Meu café está na xícara sem pires
O povo espera ainda pelo Messias
A vida não nos dá toda garantia...
Guerras são forjadas na mente
Alguns homens são imprudentes
Episódio sempre atual, Hiroshima
Ser poeta é ser cônscio até na rima
Porém hoje fala de amor somente!




Venha-me com flores coloridas
Envoltas em poesia transcendental
Servem as artificiais, tola e banal
Do tipo I love you so much à brida
Na batida acelerada meio desmedida
Onde os olhos falam mais que a boca
Devorando até minha sombra e louca
Possa eu entregar esse corpo de mulher
O amor está preso...Abra-se o zíper...
Há um paraíso além, vem me toca!





Águia





Águia

Voa a águia
Pousa para renascer
Silêncio...
Uivam os ventos

No branco do
Papel
Lavra-se a dor
(poesia abstrata)

O olhar morreu
Ontem
Amanhã virá
Outro sol

E a águia
Voará
Livre pelo céu!


Águia





Águia

Voa a águia
Pousa para renascer
Silêncio...
Uivam os ventos

No branco do
Papel
Lavra-se a dor
(poesia abstrata)

O olhar morreu
Ontem
Amanhã virá
Outro sol

E a águia
Voará
Livre pelo céu!