terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Postagens em VoicesNet e Allpoetry
Click here to visit VoicesNet.com to read the poem called "Cavalheiro" by Tania mara Camargo, Brazil
Click here to visit VoicesNet.com to read the poem called "LOVE POET" by Tania mara Camargo, Brazil
Women in the conception of the word
What does the fullness enchantment
Wings ready for flight
In scorching your body, my time
Effrontery of the act and do not forgive.
I'll breath, burning, numb
I am a woman, female, Monalisa Smile
Meeting point crazed mass
beast in cybernetics was taking place.
Geisha, snowy, happy satisfied
Melts in my mouth nectar
And my eyes fall asleep love
Other dreams will come true
In the fantasy of sex, conjugated verb
Me and my beloved, more reason to sin!
http://allpoetry.com/poem/6414649-Women_in_the_conception_of_the_word-by-Tania_M_Camargo
SENSUAL DANCE
Lady in red. I'm a dancer
A rose in her hair curly
At midnight light the curtains open
The expose you my modesty
My rooms are smoky
Cabaret improvised things of sin
Incense to make you drunk
Spell to see him hallucinating
Frenzied mating dance
Lace skirt, free movement
My secrets will blow your mind
Your incredulous look on fire
Ver desire, convulsions in bed
And there you fool, you will be my object of pleasure!
http://allpoetry.com/poem/5953849-Sensual_dance-by-Tania_M_Camargo
FEELINGS
Go one more january
Days of incessant.
There is no way to stop them.
The flow in the uncertain
Attending my feelings.
Yesterday exciting and behold
An unwary.
It was all vague.
The flute of nights
Moonlit, songs
Melancholy without
Verse or prose.
Was ambiguous, broken.
How friendly would have been
Alteros, rhythmic,
In an accelerated pace,
Braving the wind ...
Revealing the time
And you find again.
http://allpoetry.com/poem/5770881-FEELINGS__option_5_-by-Tania_M_Camargo
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Women in the conception of the word
What does the fullness enchantment
Wings ready for flight
In scorching your body, my time
Effrontery of the act and do not forgive.
I'll breath, burning, numb
I am a woman, female, Monalisa Smile
Meeting point crazed mass
beast in cybernetics was taking place.
Geisha, snowy, happy satisfied
Melts in my mouth nectar
And my eyes fall asleep love
Other dreams will come true
In the fantasy of sex, conjugated verb
Me and my beloved, more reason to sin!
http://allpoetry.com/poem/6414649-Women_in_the_conception_of_the_word-by-Tania_M_Camargo
SENSUAL DANCE
Lady in red. I'm a dancer
A rose in her hair curly
At midnight light the curtains open
The expose you my modesty
My rooms are smoky
Cabaret improvised things of sin
Incense to make you drunk
Spell to see him hallucinating
Frenzied mating dance
Lace skirt, free movement
My secrets will blow your mind
Your incredulous look on fire
Ver desire, convulsions in bed
And there you fool, you will be my object of pleasure!
http://allpoetry.com/poem/5953849-Sensual_dance-by-Tania_M_Camargo
FEELINGS
Go one more january
Days of incessant.
There is no way to stop them.
The flow in the uncertain
Attending my feelings.
Yesterday exciting and behold
An unwary.
It was all vague.
The flute of nights
Moonlit, songs
Melancholy without
Verse or prose.
Was ambiguous, broken.
How friendly would have been
Alteros, rhythmic,
In an accelerated pace,
Braving the wind ...
Revealing the time
And you find again.
http://allpoetry.com/poem/5770881-FEELINGS__option_5_-by-Tania_M_Camargo
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Homenagem a Atlanta - Geórgia
Homenagem a Atlanta -Geórgia
Um novo sul desponta com heranças
Creek e Cherokee
Trilha das Lágrimas...
A ferrovia ali terminou e o progresso
chegou...Términus...
O branco do algodão,
Atlanta se transformou...
…...............................................................
Geórgia tu és moça faceira
que caminha livre ao vento
e descansa à sombra altaneira
Pinherais que resistem ao tempo
De seus rios fez tua cintura
Floresta in natura onde a lua
adormece na paz e fulgura
tamanha beleza de tuas águas!
De granito fizeram o teu vestido
Stone Mountain altiva,
Peça que a transforma em diva
Ah Geórgia! Tu és parte do meu destino
Teu perfume magnólia deixa-me inebriado
Sou passáro menino por ti apaixonado!
Geórgia tú eres senhorita faceira
que camina libre al viento
y descansa a la sombra altaneira
Pinherais que resisten al tiempo
De sus ríos hizo tu cintura
Floresta in natura donde la luna
adormece en la paz y fulgura
tamaña belleza de tus aguas!
De granito hicieron tu vestido
Stone Mountain altiva,
ropa que la transforma en diva
Ah Geórgia! Tú eres parte de mi destino
Tu perfume magnólia me deja inebriado
Soy passáro niño por ti enamorado!
Geórgia tú eres senhorita faceira
que camina libre al viento
y descansa a la sombra altaneira
Pinherais que resisten al tiempo
De sus ríos hizo tu cintura
Floresta in natura donde la luna
adormece en la paz y fulgura
tamaña belleza de tus aguas!
De granito hicieron tu vestido
Stone Mountain altiva,
ropa que la transforma en diva
Ah Geórgia! Tú eres parte de mi destino
Tu perfume magnólia me deja inebriado
Soy passáro niño por ti enamorado!
Há muito tempo atrás....
Há muito tempo atrás.....
Foi um tempo de luz...De lua e estrelas e do
seu olhar ansioso por devorar o tempo.
Num tempo de arbustos entrelaçados, odores
exóticos, a contemplação dos deuses
brilhava como as pedrinhas que rodeavam
o rio em noite alta, jóias escolhidas para
ornar o leito nupcial.
Matizes de raios prateados vestiam-me,
nubente ave nas suas mãos trêmulas.
Nuances sutis disparavam do seu peito
e natureza fortalecia-se com um arco-íris
em meio à escuridão.
Um corpo único projeta-se aos céus,
erámos nós em extâse, embriagados de
amor, envolvidos pela fascinação de um
tempo que ficou como ramos apegados
n'alma e que hoje é apenas doce recordação.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Canção de amor
Canção de amor
Aurora dos meus dias, há em tudo
um sublime desejo de eternamente
morar em seu peito.
Nossas almas são cristais unidos
por aposição,
libertos de preconceitos,
puros no ato sexual,
brilhantes em beijos demorados.
Quando juntos há uma canção
que arrebata, nos envolve e
nos faz definhar ante tanta paixão.
Renovados em cada sostenido,
gemidos advém.
Música aos ouvidos, juras de amor
que atravessam a imensidão e nos
fazem deuses num paraíso além.
Então digo amém,
na conjugação de corpos o verbo
amar é único, a canção são os
reflexos dos toques, choque
de corpos no telúrico leito-éden!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Mulher nota dez!
- MULHER NOTA DEZMeus olhos brincavam no playrgroundDas estrelas infinitas daquele azulque vinham dos seus, coisas sem roundUm poema que atirei ao lodo, paulCansei-me das rimas inventadasDas noites em que estive aluadaVagando como libélula abobadaDesculpe-me mas vou ser debochadaVisto-me agora de rosa brancaCamisola para atiçar, lábios de melPorém sou muito mais francaNão vou levar a vida num rapelO sentir é meu, ninguém arrancaSou mulher cumpro o meu papel!
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Ixi! 2012 chegou!
Ixi! 2012 chegou!
Gomgobira, arrê égua! Que vida a minha !
Tu és rei e eu apenas sementinha,
tem piedade majestade!
Lá vem Jussara, toda cautelosa, olha,
olha...Ubirajara à espreita, a flecha empresta.
Calmamente ela vence a batalha!
A mina está salva!
Gira Mundo o ataque tocou...
Ogum rompe mato, correndo sem parar,
o tempo passa e fico a esperar...
Tô ficando velha Papai!
Eita Boiadeiro da águas claras, vem me
abençoar!
Não gosto de viver em cacimba mas
preciso de água para me banhar.
Chegou a Baiana, Maria da Fé, Nêga
me deixa seu axé!
Dança, dança....Na sua gira o inimigo
não vai vence.
Apetece um acarajé e muito azeite de
dendê!
Ave Maria, a preta véia se apresentou,
Maria de Angola, minha vida perfumou,
Vem vovó, tô precisada que só!
-----------------------------------------
Um beijo a todos os meus leitores!
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
EU NÃO ME PERTENÇO...
As ruas alargam-se....
A menina que brincava
nas nuvens, entrega-se
à escuridão.
Negror de meu olhar
Eu não me pertenço...
Um pêndulo insiste
na esquerda, é o
descompasso do meu
pequeno coração
Não me casarei com falsas
ilusões,
nem vestirei o dourado
pano de um novo dia
Eu não me pertenço...
Deixei tudo que havia
de bom nas bermas.
Nos descaminhos perdi
a tal esperança
E já não me pertenço
minha alma disse-me
adeus e se foi nas ruas
que se alargam...
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Homenagem recebida do Poeta Jairo Nunes Bezerra
POETISA DE JUNDIAÍ
(Jairo Nunes Bezerra)
(Jairo Nunes Bezerra)
Mas uma vez ouço o ruído do ventilador,
Prejudicial na leitura do poema de Tânia Mara...
Desligando-o, fica o calor,
Esqueço-o... E a versatilidade da poetisa me amarra!
Sempre fui adorador dos poemas comoventes,
E a literata Tânia usa os seus como lenhas...
Aquecendo a nossa vida com o calor ardente,
Iluminando o ar que a sua imagem desenha!
E eu poeta iniciante,
Sigo a poetisa com meus passos de andante,
Absorvendo dela os fluídos de seus conhecimentos!
E a autentica rainha das letras da bela Jundiaí,
Alegrando-me, persiste em figurar aqui,
Ilustrando os meus momentos!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Punhal
Punhal
Teu olhar crava como punhal
Dói minhas entranhas,
dói meu peito,
dói meu corpo.
Dói o medo...
Visto uma roupa qualquer
sem esquecer do véu negro.
Viúva de um tempo feliz
Dói o medo...
Aproxima-se infâme solidão
Teu olhar crava como punhal
É um adeus!
Dói o medo...
Reminiscências
Reminiscências
Apaguei o teorema de Pitágoras,
os catetos e a hipotenusa
Triângulo perigoso.
Descaminhos nas sombras
Tales explicaria melhor,
já que a pirâmide de problemas
esgotou-se.
Deixei de ser poeta e já nem me
lembro quando...
Cansei de abrir as pernas para
um público ansioso por saciar
os desejos enrustidos.
Masturbação mental onde os genitais
se consolam com as letras.
{voltarei qualquer dia para tentá-los...}
Isso me fez rir muitas vezes!
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Sei lá!
Sei lá!
Brumas no olhar, passa o mar, lágrimas
Enfática madrugada , naus perdidas
Vidas desencontradas, sem rimas
E eu que queria ser muito divertida
Vejo-me entre a rosa e os prismas
da face negativa da noite descabida
Preambulos de dor, de autoestima
Minha camisola mal dormida
Amanhece a boca com gosto a fel
Conhaques e cigarros vencidos
Solidão inda presente como um véu
Blues na vitrola, B.B.King Menestrel
Mais um dia desfiado, perdido
Lavo as mãos e olho para o céu...
asteriscos artísticos
Asteriscos artísticos
No porão da minha memória vivia um rato
Impertinente e com os olhos acusadores
Páginas amareladas com poemas demodés
Baudelaire jaz num canto, estátua empoeirada
Parece uma cena típica de Cruz e Souza,
teias de aranha , ambiente sinistro
A ratoeira que deixaram armada já
não me inibe, sinto-me livre agora
Ouço Lenini com a balada do
cachorro louco e vou pra galera
Quanto aos meus neurônios digo
que vão bem e obrigado.
Sou o que sou, alfarrábio de volta
ao porão.
...
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
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