sábado, 11 de fevereiro de 2012

http://wacptv.ning.com/profiles/blogs/a-blues-only
http://unionhispanoamericana.ning.com/profile/TaniaMaraCamargo

Postagens em VoicesNet e Allpoetry

Click here to visit VoicesNet.com to read the poem called "Cavalheiro" by Tania mara Camargo, Brazil

Click here to visit VoicesNet.com to read the poem called "LOVE POET" by Tania mara Camargo, Brazil

Women in the conception of the word


What does the fullness enchantment
Wings ready for flight
In scorching your body, my time
Effrontery of the act and do not forgive.


I'll breath, burning, numb
I am a woman, female, Monalisa Smile
Meeting point crazed mass
beast in cybernetics was taking place.


Geisha, snowy, happy satisfied
Melts in my mouth nectar
And my eyes fall asleep love


Other dreams will come true
In the fantasy of sex, conjugated verb
Me and my beloved, more reason to sin!


http://allpoetry.com/poem/6414649-Women_in_the_conception_of_the_word-by-Tania_M_Camargo

SENSUAL DANCE


Lady in red. I'm a dancer
A rose in her hair curly
At midnight light the curtains open
The expose you my modesty


My rooms are smoky
Cabaret improvised things of sin
Incense to make you drunk
Spell to see him hallucinating


Frenzied mating dance
Lace skirt, free movement
My secrets will blow your mind


Your incredulous look on fire
Ver desire, convulsions in bed
And there you fool, you will be my object of pleasure!
http://allpoetry.com/poem/5953849-Sensual_dance-by-Tania_M_Camargo

FEELINGS


Go one more january
Days of incessant.
There is no way to stop them.
The flow in the uncertain
Attending my feelings.
Yesterday exciting and behold
An unwary.
It was all vague.
The flute of nights
Moonlit, songs
Melancholy without
Verse or prose.
Was ambiguous, broken.
How friendly would have been
Alteros, rhythmic,
In an accelerated pace,
Braving the wind ...
Revealing the time
And you find again.
http://allpoetry.com/poem/5770881-FEELINGS__option_5_-by-Tania_M_Camargo



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Homenagem a Atlanta - Geórgia








Homenagem a Atlanta -Geórgia


Um novo sul desponta com heranças
Creek e Cherokee
Trilha das Lágrimas...
A ferrovia ali terminou e o progresso
chegou...Términus...
O branco do algodão,
Atlanta se transformou...

…...............................................................

Geórgia tu és moça faceira
que caminha livre ao vento
e descansa à sombra altaneira
Pinherais que resistem ao tempo

De seus rios fez tua cintura
Floresta in natura onde a lua
adormece na paz e fulgura
tamanha beleza de tuas águas!

De granito fizeram o teu vestido
Stone Mountain altiva,
Peça que a transforma em diva

Ah Geórgia! Tu és parte do meu destino
Teu perfume magnólia deixa-me inebriado
Sou passáro menino por ti apaixonado!



Geórgia tú eres senhorita faceira 
que camina libre al viento 
y descansa a la sombra altaneira 
Pinherais que resisten al tiempo 


De sus ríos hizo tu cintura 
Floresta in natura donde la luna 
adormece en la paz y fulgura 
tamaña belleza de tus aguas! 


De granito hicieron tu vestido 
Stone Mountain altiva, 
ropa que la transforma en diva 


Ah Geórgia! Tú eres parte de mi destino 
Tu perfume magnólia me deja inebriado 
Soy passáro niño por ti enamorado!

Há muito tempo atrás....


Há muito tempo atrás.....

Foi um tempo de luz...De lua e estrelas e do
seu olhar ansioso por devorar o tempo.
Num tempo de arbustos entrelaçados, odores
exóticos, a contemplação dos deuses
brilhava como as pedrinhas que rodeavam
o rio em noite alta, jóias escolhidas para
ornar o leito nupcial.
Matizes de raios prateados vestiam-me,
nubente ave nas suas mãos trêmulas.
Nuances sutis disparavam do seu peito
e natureza fortalecia-se com um arco-íris
em meio à escuridão.
Um corpo único projeta-se aos céus,
erámos nós em extâse, embriagados de
amor, envolvidos pela fascinação de um
tempo que ficou como ramos apegados
n'alma e que hoje é apenas doce recordação.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Canção de amor

Canção de amor

Aurora dos meus dias, há em tudo
um sublime desejo de eternamente
morar em seu peito.
Nossas almas são cristais unidos
por aposição,
libertos de preconceitos,
puros no ato sexual,
brilhantes em beijos demorados.
Quando juntos há uma canção
que arrebata, nos envolve e
nos faz definhar ante tanta paixão.
Renovados em cada sostenido,
gemidos advém.
Música aos ouvidos, juras de amor
que atravessam a imensidão e nos
fazem deuses num paraíso além.
Então digo amém,
na conjugação de corpos o verbo
amar é único, a canção são os
reflexos dos toques, choque
de corpos no telúrico leito-éden!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

PS.: Vocês poderiam procurar imagens no Google,
fica mais elegante.
Foi assim que busquei as imagens para os quase
1000 poemas desse blog.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Mulher nota dez!



  • MULHER NOTA DEZ

    Meus olhos brincavam no playrground
    Das estrelas infinitas daquele azul
    que vinham dos seus, coisas sem round
    Um poema que atirei ao lodo, paul

    Cansei-me das rimas inventadas
    Das noites em que estive aluada
    Vagando como libélula abobada
    Desculpe-me mas vou ser debochada

    Visto-me agora de rosa branca
    Camisola para atiçar, lábios de mel
    Porém sou muito mais franca

    Não vou levar a vida num rapel
    O sentir é meu, ninguém arranca
    Sou mulher cumpro o meu papel!

Tú és o meu amor

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Ixi! 2012 chegou!

Ixi! 2012 chegou!

Gomgobira, arrê égua! Que vida a minha !
Tu és rei e eu apenas sementinha,
tem piedade majestade!

Lá vem Jussara, toda cautelosa, olha,
olha...Ubirajara à espreita, a flecha empresta.
Calmamente ela vence a batalha!
A mina está salva!

Gira Mundo o ataque tocou...

Ogum rompe mato, correndo sem parar,
o tempo passa e fico a esperar...
Tô ficando velha Papai!

Eita Boiadeiro da águas claras, vem me
abençoar!
Não gosto de viver em cacimba mas
preciso de água para me banhar.

Chegou a Baiana, Maria da Fé, Nêga
me deixa seu axé!
Dança, dança....Na sua gira o inimigo
não vai vence.
Apetece um acarajé e muito azeite de
dendê!

Ave Maria, a preta véia se apresentou,
Maria de Angola, minha vida perfumou,
Vem vovó, tô precisada que só!
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Um beijo a todos os meus leitores!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

EU NÃO ME PERTENÇO...





As ruas alargam-se....
A menina que brincava
nas nuvens, entrega-se
à escuridão.
Negror de meu olhar

Eu não me pertenço...
Um pêndulo insiste
na esquerda, é o
descompasso do meu
pequeno coração


Não me casarei com falsas
ilusões,
nem vestirei o dourado
pano de um novo dia

Eu não me pertenço...
Deixei tudo que havia
de bom nas bermas.
Nos descaminhos perdi
a tal esperança


E já não me pertenço
minha alma disse-me
adeus e se foi nas ruas
que se alargam...

Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Homenagem recebida do Poeta Jairo Nunes Bezerra

POETISA DE JUNDIAÍ
(Jairo Nunes Bezerra) 

Mas uma vez ouço o ruído do ventilador,
Prejudicial na leitura do poema de Tânia Mara...
Desligando-o, fica o calor,
Esqueço-o... E a versatilidade da poetisa me amarra!

Sempre fui adorador dos poemas comoventes,
E a literata Tânia usa os seus como lenhas...
Aquecendo a nossa vida com o calor ardente,
Iluminando o ar que a sua imagem desenha!

E eu poeta iniciante,
Sigo a poetisa com meus passos de andante,
Absorvendo dela os fluídos de seus conhecimentos!

E a autentica rainha das letras da bela Jundiaí,
Alegrando-me, persiste em figurar aqui,
Ilustrando os meus momentos!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Punhal




Punhal


Teu olhar crava como punhal
Dói minhas entranhas,
dói meu peito,
dói meu corpo.
Dói o medo...


Visto uma roupa qualquer
sem esquecer do véu negro.
Viúva de um tempo feliz
Dói o medo...



Aproxima-se infâme solidão
Teu olhar crava como punhal
É um adeus!
Dói o medo...





Reminiscências



Reminiscências


Apaguei o teorema de Pitágoras,
os catetos e a hipotenusa
Triângulo perigoso.

Descaminhos nas sombras
Tales explicaria melhor,
já que a pirâmide de problemas
esgotou-se.

Deixei de ser poeta e já nem me
lembro quando...


Cansei de abrir as pernas para
um público ansioso por saciar
os desejos enrustidos.
Masturbação mental onde os genitais
se consolam com as letras.

{voltarei qualquer dia para tentá-los...}

Isso me fez rir muitas vezes!


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sei lá!




Sei lá!


Brumas no olhar, passa o mar, lágrimas
Enfática madrugada , naus perdidas
Vidas desencontradas, sem rimas
E eu que queria ser muito divertida

Vejo-me entre a rosa e os prismas
da face negativa da noite descabida
Preambulos de dor, de autoestima
Minha camisola mal dormida

Amanhece a boca com gosto a fel
Conhaques e cigarros vencidos
Solidão inda presente como um véu

Blues na vitrola, B.B.King Menestrel
Mais um dia desfiado, perdido
Lavo as mãos e olho para o céu...

asteriscos artísticos

Asteriscos artísticos

No porão da minha memória vivia um rato
Impertinente e com os olhos acusadores
Páginas amareladas com poemas demodés
Baudelaire jaz num canto, estátua empoeirada
Parece uma cena típica de Cruz e Souza,
teias de aranha , ambiente sinistro

A ratoeira que deixaram armada já
não me inibe, sinto-me livre agora
Ouço Lenini com a balada do
cachorro louco e vou pra galera


Quanto aos meus neurônios digo
que vão bem e obrigado.

Sou o que sou, alfarrábio de volta
ao porão.

...