Há em tua boca um rio que está seco Meu peito é o mar ansioso a esperar Que teus lábios minha boca venha beijar Impuros gestos, eu então deliro, obceco.
Ondas de calor a atrair aves marinhas Topázio a matizar a miragem, teu olhar Vestida de deusa, Afrodite, a rainha Jaz num leito esperando para se entregar
Chegas com audácias, sintomas de batalhas Como se a espada inda tivesse lâmina afiada Para matar as carências e com farfalhas
Rasga-me a veste ora tão azul, iluminada Crava tuas mãos em meu pescoço e espalha Minhas madeixas, sem queixas sou ultrajada!
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