terça-feira, 28 de julho de 2009

Sem pejo





SEM PEJO!

Ergue-se um mastro em virilidade.
Dilatado ante aos toques frementes
A libar néctares, prazer e docilidade
Nos mares infindos, estou demente.

Corpo que emerge em águas quentes
Dissolvido desejo, sentir indelével
Nas ondas a brancura é indecente
Corpos saciados, beijo inolvidável

Aquiescidos, explode nova proposta
Rumar a nau em outras aventuras
Amor é sagrado, pecar...Se gosta!

Permear minhas coxas, escaldadura
Nas areias esculturas sobrepostas
Amantes sem pejo em talhadura!

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